História da Beleza - Nova versão

  • 103 Alunos matriculados
  • 90 Horas de duração
  • 29 Aulas
  • 5 Módulos
  • 26 meses de suporte
  • Certificado de conclusão
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Prof. Dr. Ricardo da Costa

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Metodologia


Aulas expositivas com Datashow para apresentação e análise de material iconográfico, literário, musical e filosófico relativo aos recortes temporais (Antiguidade, Idade Média, Gótico Internacional Catalão e Renascimento bruegeliano).


O conteúdo basear-se-á em análise histórico-literária-filosófica dos períodos, com estudos de caso selecionados.


Como suporte teórico, utilizaremos os três níveis de compreensão de uma obra de arte propostos por Erwin Panofsky (1892-1968): a)Primário (nível mais elementar de entendimento: a percepção das formas puras de uma obra); b) Secundário (conhecimento convencional – histórico/cultural – de uma expressão artística); c) Iconológico (conhecimento dos contextos histórico, técnico e cultural de uma obra). Para os textos literários da Coroa de Aragão, o suporte interpretativo será baseado nas traduções de Ricardo da Costa das obras de Ramon Llull (especialmente o Livro das Maravilhas), Curial e Guelfa e O Sonho.


Serão analisados extratos de obras clássicas e medievais em que o conceito de beleza é tratado. São esses os autores (e os subtemas):


  1. Platão e o Belo como ponto de partida para a contemplação das substâncias ideais
  2. Aristóteles e o Belo como simetria (grandeza e ordem)
  3. Cícero (106-7 a. C.) e a Beleza como firmeza espiritual e imagem mental
  4. Sêneca (4 a. C. – 65 d. C.): a arte como imitação da natureza e na representação do artista
  5. Plotino (c. 204-270): a Beleza como Bem
  6. Agostinho (354-430) e a totalidade da Beleza
  7. Boécio (c. 480-525) e Cassiodoro (c. 485-580): a Beleza da Música
  8. A Beleza no Renascimento Carolíngio (sécs. VIII-IX)
  9. Os cistercienses e a Beleza da medida adequada (séc. XII)
  10. Os vitorinos e a Beleza mística (séc. XII)
  11. Roberto Grosseteste (1168-1253) e a estética da luz 
  12. SãoBoaventura (1221-1274) e o afã pelo Belo
  13. Alberto Magno (c. 1200-1280) e a redução do Belo à forma
  14. Tomás de Aquino (1225-1274) e o Belo que agrada à vista
  15. Ramon Llull (1232-1316) e a beleza das coisas corporais, mais amada pelos homens do que a beleza das coisas espirituais
  16. Dante (1265-1321) e a Beleza do Amor 


***


Programa


Overture: O Belo – Artes e artistas

Estudos de caso:

1. A Anamnese Estética de Umberto Eco (1932-2016)

2. A Estética na Antiguidade e na Idade Média


Módulo 1: O grande despertar (Grécia, sécs. VII-V a. C.)


Módulo 2: O Império do Belo (Grécia, sécs. IV a. C. a I d. C.)


Módulo 3: Roma (sécs. I-IV)


Módulo 4: Distintos Caminhos – Roma e Bizâncio (sécs. V-XIII)


Módulo 5: A Arte Ocidental em fase de assimilação – Europa (sécs. VI-XI)

Estudo de caso

5.1.    Apresentação de Civilisation: A Personal View by Kenneth Clark 1 (A pele de nossos dentes), documentário da BBC, Londres, 1969. Neste primeiro episódio, o historiador da arte Kenneth Clarke (1903-1983) viaja da Ravena bizantina às ilhas Hébridas (célticas), da Noruega viking à capela octogonal de Carlos Magno (742-814), em Aachen, e assim conta sua história da Idade das Trevas (os seis primeiros séculos após o colapso do Império Romano).


Módulo 6: A Igreja Militante (séc. XII)

Estudos de caso:

6.1. Apresentação de Civilisation 2: A Personal View by Kenneth Clark (O Grande Degelo). Clarke narra o súbito despertar artístico-cultural da civilização europeia no séc. XII. Traça suas primeiras manifestações, na Abadia de Cluny, até a Basílica de Saint-Denis e, finalmente, seu ponto alto, a construção da Catedral de Chartres (séc. XIII).

6.2.   El relato del Génesis en el Tapís de la Creació (siglos XI-XII). La transcendência en la Estética Medieval

6.3.   Corpo transgredido, locus profanado. O martírio de Tomás Becket (c. 1118-1170) na arte medieval

6.4.   O deambulatório dos anjos: o claustro do mosteiro de Sant Cugat del Vallès (Barcelona) e a vida cotidiana e monástica expressa em seus capitéis (séculos XII-XIII)

6.5.   A Estética do Corpo na Filosofia e na Arte da Idade Média. Texto e imagem

6.6.   Um tributo à arte de ouvir. O amor cortês nas cançons de Berenguer de Palou (c. 1160-1209


Módulo 7: A Igreja Triunfante (séc. XIII)

Estudos de caso:

7.1.    A contemplação anagógica na abadia de Saint-Denis (séc. XII)

7.2.   Os camponeses medievais na arte de Benedetto Antelami (c.1150-1230). O Ciclo do Trabalho e os Meses do Batistério de Parma

7.3.   A Taula de Sant Miquel do mestre de Soriguerola (Baixa Cerdanha – Catalunha)

7.4.   Entre Chartres e Amiens. A vida cotidiana dos camponeses medievais na Arte (séc. XIII)

7.5.   Ética e Estética da Música na filosofia de Ramon Llull (1232-1316)



Módulo 8: Cortesãos e burgueses (séc. XIV)

Estudos de caso:

8.1.   A Virgem e o Menino (sécs. XIV-XVI)

8.2.   Entendo por céu a ciência e por céus as ciências. As sete artes liberais no Convivio (c. 1304-1307) de Dante Alighieri

8.3.   O Codex Manesse

8.4.   Guerra nas Estrelas. A metáfora artística da sociedade medieval no macrocosmo astrológico do Homem Zodiacal

8.5.   O Descendimento. Novas expressões na Arte (sécs. XIV-XV)

8.6.   Apresentação de Civilisation: A Personal View by Kenneth Clark 3 (Romance e realidade). O capítulo inicia com um castelo no Loire. Em seguida, Clarke viaja pelas colinas da Toscana e da Úmbria até o batistério da Catedral de Pisa. Clarke examina as aspirações e realizações do final da Idade Média (séc. XIV), na França e na Itália.


Módulo 9: Bruegel, o Velho (c. 1525-1569)

Estudos de caso:

9.1.   Os camponeses na arte de Bruegel, o Velho (c.1525-1569)

9.2.   O Triunfo da Morte (c.1562) de Bruegel, o Velho (c.1525-1569). Uma leitura sonora do macabroespetáculo artístico


Módulo 10: A Beleza nos clássicos da Coroa de Aragão (sécs. XIII-XV)

Estudos de caso:

9.1.   Ramon Llull (1232-1316) e seu Félix ou O Livro das Maravilhas (1289)

9.2.   A Poética do Corpo. Expressões e gestos no Retábulo de São João Batista (1425-1430), de Bernat Martorell (1390-1452)

9.3.   O Sonho (1399) de Bernat Metge e suas considerações filosófico-oníricas

9.4.   Uma jóia medieval no alvorecer do Humanismo. A novela de cavalaria Curial e Guelfa (século XV)

9.5.   A imagem da mulher medieval em O Sonho (1399) e Curial e Guelfa (c. 1460)


***


Ementa:


Para apresentar a história do desenvolvimento das expressões artísticas e literárias no Ocidente e na Coroa de Aragão (com seus clássicos literários Félix ou O livro das Maravilhas, Curial e Guelfa e O Sonho), a proposta basear-se-á fundamentalmente no historiador da arte Ernst Hans Josef Gombrich (1909-1991), A História da Arte, com o enriquecimento bibliográfico de três obras de Erwin Panofsky (1892-1968): Idea: a evolução do conceito de belo (1924), O significado  das artes visuais (1939) e Arquitetura gótica e escolástica (1951), além da trilogia de Gina Pischel (História Universal da Arte) e os trabalhos por nós desenvolvidos e relacionados à literatura da Coroa de Aragão.

Ao binômio Gombrich/Panofsky será acrescentado ao conteúdo das aulas meus próprios trabalhos acadêmicos sobre arte medieval, em forma de estudos de caso, além das considerações histórico-metodológicas que Peter Burke (1937- ) desenvolve em seu trabalho Testemunha ocular (2001).


Apresentaremos obras artísticas do período selecionado de diferentes naturezas (esculturas, pinturas, afrescos, vitrais, bordados, móveis, miniaturas) para que, ao final do curso, os estudantes adquiram uma noção mais ampla e rica do que foi – e é – o patrimônio cultural e artístico de nossa tradição civilizacional, a ocidental. Da Grécia antiga ao inclassificável século XV.


OBS: O Prof. Dr. Ricardo da Costa abriu mão de seus honorários em prol da Academia Conecte - CNPJ (Instituto Angelicum) Nº 14.990.878/0001-26 .

26 meses Sem tempo para fazer o curso agora? Não tem problema.
Você poderá participar desse curso até 26 meses após a matrícula.

A qualquer pessoa que se interesse por Arte e História.

Ao final do curso você receberá o seu certificado digital.

Conteúdo Programático

O Belo – Artes e artistas

Estudos de caso:

1. A Anamnese Estética de Umberto Eco (1932-2016) https://www.ricardocosta.com/artigo/anamnese-estetica-de-umberto-eco

2. A Estética na Antiguidade e na Idade Média https://www.ricardocosta.com/artigo/esteticas-classica-e-medieval
  • 1. A Beleza – O Bem (Pulchritudo, Κάλλος). Parte I
  • 2. A Beleza – O Bem (Pulchritudo, Κάλλος). Parte II
  • 3. A Beleza – O Bem (Pulchritudo, Κάλλος). Parte III
  • 4. A Beleza – O Bem (Pulchritudo, Κάλλος). Parte IV
  • 5. A Beleza - Ecce homo
  • 6. A Beleza - A Virgem e o Menino
  • 1. A Beleza - O grande despertar (Grécia, sécs. VII-V a. C.)
  • 2. A Beleza - O grande despertar (Grécia, sécs. VII-V a. C.) Parte 2
  • 3. A Beleza - O grande despertar (Grécia, sécs. VII-V a. C.) Parte 3
  • 4. O Grande Despertar. (Grécia, sécs. VII-V a. C.) Parte IV
  • 5. O Grande Despertar. Parte V: a beleza do movimento e o Pathos (πάθος)
  • 6. O Grande Despertar. Parte VI: as Musas (μοῦσαι)
  • 1. O universo filosófico do Belo (καλός)
  • 2. O universo filosófico do Belo (καλός) II
  • 3. Platão e a Educação pela Beleza – A Ordem Jônica – Apolo
  • 4. Estudo de caso: Afrodite – Vênus
  • 5. O período helenístico (323-31 a. C.)
  • 6. As Três Graças
  • 7. A Vila dos Mistérios
  • 8. A Vila dos Mistérios (séc. I a. C.)
  • 9. A Vila dos Papiros (séc. I a. C.)
  • 1. Retratos romanos – a Vila de Agripa Póstumo em Boscotrecase – A Maison Carrée – Cícero e a Beleza como firmeza espiritual e imagem mental – a Ara Pacis – Sêneca e a arte como imitação da natureza e na representação do artista.
  • 2. A Ara Pacis – Sêneca e a arte como imitação da natureza e na representação do artista – o Coliseu (e outros anfiteatros) – Arcos triunfais – Teatros – o Panteão – Aquedutos.
  • 3. Bustos romanos – Coluna de Trajano – Retratos de Fayum
  • 4. Sinagoga de Dura Europos – Sarcófagos (arte paleocristã) – Plotino (c. 204-270): a Beleza como Bem.
  • 5. O Bom Pastor
  • 6. Adão e Eva
  • 7. Adão e Eva (II)
Liberação do certificado
  • 1. Certificado
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