Francês pelo Método Natural - 1º Módulo

  • 93 Alunos matriculados
  • 120 Horas de duração
  • 25 Aulas
  • 6 Módulos
  • 6 meses de suporte
Acesso Gratuito
Acessar Dê um passo adiante em sua carreira!
Aprendeu como autodidata inglês, francês, alemão, espanhol, italiano, latim, grego e hebraico. É professor de História e línguas estrangeiras, além de tradutor.
William Bottazzini

O que você vai aprender no curso:

Assim como ocorreu com diversas outras línguas europeias, o francês nasceu do encontro do latim com as línguas locais da antiga Gália. Desde os Juramentos de Estrasburgo, a literatura francesa deixou uma marca indelével na cultura ocidental em mais de mil anos de história. São canções de gesta, poemas, peças de teatro, textos científicos, obras de filosofia, romances, escritos teológicos, obras de História e mais uma infinidade de trabalhos que trazem à luz todo o engenho literário de homens como Rabelais, Pascal, La Fontaine, Montesquieu, Rousseau, Voltaire, Racine, Victor Hugo, Balzac, Baudelaire, Alexandre Dumas, Marcel Proust, Santa Teresinha do Menino Jesus, São Luís Maria Grignon de Montfort, Sertillanges, Léon Bloy, Marc Bloch, Hippolyte Taine, Bernanos e uma constelação de outros nomes não menos brilhantes. Como se pode perceber, o contato com o acervo literário francês é fundamental para quem deseja ampliar os horizontes no que tange à cultura ocidental. Mas uma língua não se resume à sua literatura. O francês – língua oficial em diversos países e segunda língua em vários outros – não deixa de ter uma utilidade prática de grande relevo em nossos dias seja nos negócios, seja na esfera do turismo, seja em atividades acadêmicas, de modo que conhecer o francês é abrir portas para novas oportunidades.

Diante disso, o Angelicum tem por objetivo proporcionar a você as ferramentas necessárias para que possa transitar com desenvoltura e independência não somente pelas belas cidades e paisagens da França e em círculos onde o francês é língua comum, mas também pelas mais ricas páginas da literatura ocidental.

Para alcançar esse objetivo, não deixaremos de lado nenhum aspecto da língua. De modo ordenado e gradual, o aluno desenvolverá todas as competências linguísticas no idioma, a saber, a leitura, a escuta, a fala e a escrita, a fim de que possa fazer uso da língua com desenvoltura, fluidez e conforto na área de seu interesse. Ademais, preparamos um módulo à parte de introdução à literatura francesa que dará ao amante das letras uma base sólida para avançar em seus estudos literários de modo independente.

Nosso sistema de ensino se baseia no aclamadíssimo método natural desenvolvido por Arthur M. Jensen. Por esse método, o vocabulário e a gramática são sempre apresentados de modo contextualizado e paulatino, de modo que em pouco tempo o aluno adquire segurança e autonomia no trato com a língua estudada.

Por fim, ressaltamos que os alunos do Angelicum contam com uma excelente plataforma de aprendizado virtual com encontros ao vivo, suporte técnico-administrativo constante e contato permanente com o professor para sanar eventuais dúvidas e dificuldades.

Esperamos você, ou melhor, nous t’attendons!

 

Entenda o que é o Método Natural:


1 ano Sem tempo para fazer o curso agora? Não tem problema.
Você poderá participar desse curso até 1 ano após a matrícula.

A qualquer pessoa que deseja aprender o francês.

William Bottazzini
"Aprendeu como autodidata inglês, francês, alemão, espanhol, italiano, latim, grego e hebraico. É professor de História e línguas estrangeiras, além de tradutor."


Latim é a base do nosso idioma


Hoje gostaria de convidá-los a uma singela reflexão acerca de algumas coisas que perdemos, ou melhor, deixamos perder ao longo de algumas décadas em nome de inovações duvidosas e de posições subjetivistas que tendem, ao fim e ao cabo, a um individualismo crescente e patológico, que pretende transformar cada ser humano em uma ilha, como se a vida em sociedade não fosse um bem precioso, mas sim, no melhor estilo rousseauniano, um mal necessário.


Não que não deva haver mudanças e aperfeiçoamentos na sociedade. Ora, estes são indubitavelmente necessários e queridos em dadas circunstâncias. Contudo, não se pode simplesmente ejetar tesouros que serviram de molde para a formação de inúmeras coisas que tanto estimamos e que são indeléveis.


Dou-lhes um exemplo concreto de um desses tesouros desaparecidos: o estudo da língua latina. Não só o estudo, mas mesmo o interesse e a curiosidade pelo latim. Simplesmente esqueceu-se de que a língua dos antigos romanos, conquistadores do mundo, é simplesmente a base do nosso belo, porém intrincado, idioma português. A ignorância do latim faz com que nossos alunos de português sejam massacrados com regras e exceções que, a princípio, não fazem o menor sentido e que eles não terão a menor possibilidade, inclusive após os estudos universitários, de bem compreender e usar.


Afinal, por que o infinitivo do verbo é “ir” e em sua conjugação surge um “v” intrometido: eu vou, tu vais, ele vai...? Só o entende quem conhece os verbos “ire” e “vadere” latinos. Isso para não entrarmos em questões sintáticas (objetos, complementos, adjuntos e outros “monstros” do mesmo estilo) que são praticamente terras incógnitas para a maioria esmagadora dos que deixam o Ensino Médio. Tampouco mencionaremos a miséria etimológica e estilística em que vivemos.


Quem perde com a ausência do idioma do Lácio em nossos currículos? Todos. Sem ele, o português perde a sua lógica e se transforma em um amontoado de regras que nenhum mortal é capaz de domar. E qual o problema disso? O problema é que, sem o uso correto e coerente do idioma, o discurso torna-se frequentemente ilógico e desordenado. A concatenação das ideias fica perigosamente comprometida e perde-se facilmente o fio da meada. Não é, pois, sem razão, que os alunos tenham dificuldades enormes em compor uma redação coesa, com começo, meio e fim e que sejam incapazes de encadear corretamente uma argumentação filosófica, por exemplo. Necessitamos do aparato linguístico para a nossa expressão. Se este aparato encontrar-se deformado, nossa expressão também estará prejudicada.


Mas o latim não seria útil apenas para proporcionar melhor domínio do português. Ele é a porta que nos dá acesso a todo um mundo de cultura que enobreceu a civilização ocidental. Afinal, foi em latim que gênios das mais diversas áreas exprimiram-se. Para os poetas dignos desse título, o conhecimento das peças de Ovídio, Horácio e Virgílio é um imperativo; os cientistas, por sua vez, deverão recorrer sempre às leis de Newton, expostas em latim, no seu Principia Mathematica; os historiadores que quiserem conhecer a fundo a sociedade e a política de Roma - e de qualquer sociedade - deverão ler Suetônio, Tito Lívio e Tácito, para citar alguns. Também as maiores riquezas do cristianismo foram pensadas em latim e as encontramos nos textos de autores como Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino. Ademais, os católicos devem nutrir uma profundíssima reverência pelo latim, visto que esta é a língua oficial do Vaticano. Qual não é a emoção de recitar um Pater Noster (Pai-Nosso) conforme rezado pelos cristãos desde há dois mil anos e em todos os lugares? Não se trata de vaidade, e sim de colocar ambos os pés em uma tradição multissecular que une os cristãos de todos os tempos e povos. Também o mundo da Reforma deve muito ao latim, pois Lutero e Calvino, os principais reformadores, compuseram diversos textos na língua dos herdeiros de Rômulo e Remo.


Ademais, o latim seria uma resposta salutar a um mundo utilitarista que sempre pergunta: “Para que serve isso?”, como se as coisas apenas tivessem valor se trouxessem algum benefício material e imediato como contrapartida. Uma pessoa que estudar latim não terá seu salário aumentado abruptamente nem gozará de maior prestígio, mas possuirá seu espírito e inteligência enriquecidos e muito bem orientados com séculos de cultura de inestimável valor. Em suma, o latim nos ensina a simplesmente amar o saber pelo saber.


Por que não podemos cultivar e conservar as coisas mais belas já produzidas pelos mortais?



William Bottazzini Rezende é diretor acadêmico do Instituto Angelicum. Graduado em História pelo Centro Universitário Claretiano, aprendeu como autodidata inglês, francês, alemão, espanhol, italiano, latim, grego e hebraico. Há cerca de dez anos é professor de História e de línguas estrangeiras, além de tradutor de artigos e livros.


Conteúdo Programático

No primeiro mês trabalharemos os capítulos 1 e 2.
No segundo mês trabalharemos os capítulos 3 e 4.
  • 1. Francês - Capítulo 3 Lição 1
  • 2. Francês - Capítulo 03 Lição 2
  • 3. Francês - Capítulo 04 Lição 1
  • 4. Francês - Capítulo 04 Lição 2
No terceiro mês trabalharemos os capítulos 5 e 6.
  • 1. Francês - Capítulo 05 Lição 1
  • 2. Francês - Capítulo 05 Lição 2
  • 3. Francês - Capítulo 06 Lição 1
  • 4. Francês - Capítulo 06 Lição 2
No quarto mês trabalharemos os capítulos 7 e 8.
  • 1. Francês - Capítulo 07 Lição 1
  • 2. Francês - Capítulo 07 Lição 2
  • 3. Francês - Capítulo 08 Lição 1
  • 4. Francês - Capítulo 08 Lição 2
No quinto mês trabalharemos os capítulos 9 e 10.
  • 1. Francês - Capítulo 09 Lição 1
  • 2. Francês - Capítulo 09 Lição 2
  • 3. Francês - Capítulo 10 Lição 1
  • 4. Francês - Capítulo 10 Lição 2
No sexto mês trabalharemos os capítulos 11 e 12.
  • 1. Francês - Capítulo 11 Lição 1
  • 2. Francês - Capítulo 11 Lição 2
  • 3. Francês - Capítulo 12 Lição 1
  • 4. Francês - Capítulo 12 Lição 2
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